Cabeça quente

Este sol arguto
faz bonito
esquenta o maldito asfalto
frita olhos num piscar de ovos.

bananarama que pressão!

Na esplendidura beleza do fazer letrístico contemplo a maravilhosa ultraquente máquina perempetória lampejante cuspidora de verdades que deve ser sua cabeça. como a minha com molho, como devagar mordo os pedaços e morro, é aí que vivo mesmo, quando morro estou vivo-bem.

Na angústia da prisão maldita
viveremos eternos no tédio enfumaçado
no desgosto da esgoto ardiloso
sobe a fumaça que cega o futuro.

postado por Barbazul

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