O Buraco da Morte

Apanhado em pleno transe eu dou pulos pelo pasto. Cato só

cogus carnudos esse é o meu desastre.O sentido se

aproxima sou encordado por ele, amarrado pelas pernas com

violência dantesca. Nego, saio de banda. Como assim. Será

a morte ou a iluminação. Será o nada que vem me buscar de

manhã cedo. Como é possível saber tudo e ainda assim

viver impunemente? É o martírio dos, martírio dos mortos

no buraco da condenação. Presos num túnel profundo,

lutando por migalhas entre cadáveres pútridos. Um ar

cinza, uma cor roxa. Um eco infernal. O Diabo, lá jazia

morto também. Hades ou o Inferno dos homens, dos seres

todos. Lá estava Dheus e Willy Coiote, você estava lá

também. Não me venha com essa agora. Você poderia muito

bem continuar contando a história daqui. Aghuardar um

nanosegundo e concluo que não és. Contarei para outro

como eu saí dessa.

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2 comentários em “O Buraco da Morte

  1. Por vezes as Sombras têm pequenos “flashs” que nos confundem, nos baralham, nos transportam para outra dimensão.
    Uma Abraço de Portugal para esses Homensdopântano!!

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