Todos dormem

O Pântano passou por um momento de esqualidez. Nenhuma idéia, poucos comentários, sem poesias loucas ou histórias fantásticas. Desta vez ignoro o ignóbil Indigo Diz e publico por vontade própria aqui uma letra de música que fala sobre a vontade de superar as barreiras invisíveis. Espero que gostem e deixem seus comentários.

Tandera, abrindo os portais do Pântano

Todos dormem

Todos dormem
Eu vareto a madrugada
Vô direto, papo reto na porrada
Só pensando
Sonhos em baixos teores
Planam leves como o pólen das flores

O real
Vice, onírico
E versa

Vejo um bando
Todos no tapete persa
Vão voando
E não ficam de conversa
Uma aposta
só promessa que interessa
A proposta:
só resposta que não presta
A pergunta:
O que resta desta festa?
Fruta podre
Não tem vez na minha cesta

Todos fogem
Eu encaro a enrascada
E não paro, atropelo a onda errada
Vô de frôn
Bota a cara, tô de frente
Pelas nuvens, vou quebrando a corrente

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